NÃO QUERO NADA

janeiro 14, 2019
Essa foto ilustra os meus vários nadas
Começo a ver uma série, paro. Começo a arrumar meu quarto, paro. Começo a escrever, em três, quatro linhas, já estou parando. Penso em sair dar uma volta, o sofá me chama para ficar revisando o catálogo da Netflix. E a única coisa que eu consigo pensar é em como eu queria querer alguma coisa.

Já faz um tempo que ando nesse estado de inércia, de não querer fazer nada, de não encontrar motivação para nada. É uma sensação horrível, e mesmo que você ache que isso seja meio depressivo, eu não estou triste, nem nada, eu só estou meio perdida mesmo, e não me achar tem me consumido.

Sempre fui a pessoa dos propósitos, aquela que busca sentido e quer ter algum retorno sobre aquilo que faz. Satisfação pessoal nem sempre é retorno para mim, e isso faz com que em muitos momentos eu fique assim, querendo fazer várias coisas e não fazendo nada. Não começo mais pelo medo de não concluir e de estar fazendo algo aleatório do que por achar que é difícil ou de que eu não tenho capacidade suficiente para fazer. (Não que isso não aconteça, só não é o caso nesse momento)

Às vezes o que acontece também é que eu quero muitas coisas e acho que não vou dar conta de todas elas, e começo a ficar me comparando com outras pessoas, e aí eu acabo não fazendo nada.

Não vou dar nenhuma dica de como superar isso, porque, sinceramente, eu não sei, e provavelmente vou levar isso para a minha pscicóloga, mas espero que nos próximos dias isso melhore.

Para esse texto não ficar tão deprimente (pensei em nem postar ele, mas acho que de vez em quando é bom registrar esses momentos ruins), vou contar que eu que odiava desenhar, resolvi desenhar no final do ano passado, e tô me divertindo com isso. Então vou deixar umas fotos (muito ruins por sinal) dos desenhos que eu tenho feito.

Desculpa pelo post totalmente aleatório! (e cheio de parênteses)





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